terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

** E depois da volta ao trabalho

Como era esperado, Guilherminho ficou muito bem com os avós paternos.rs

Bem, depois q voltei a trabalhar pouca coisa mudou. Pouca, pq eu ainda estou trabalhando meio período, e isto faz uma diferença imensa.
Mas tenho percebido que Guilherminho tá mamando muito mais qdo eu chego. Antes, achei q era coisa da minha cabeça, mas não, ele está mesmo numa mamação incrível. Com isso, perco todos os horários dele e tô precisando reestruturar a rotina.
Só q ele não mama por fome. Ele mama um pouquinho e brinca, dps mama outra vez e dorme, toma banho e quer mamar... Não sei se é a minha falta q está fazendo isso ou a minha culpa inconsciente que tá estimulando isso nele, rsrs (paternidade acidental, né?? Tô sabendo!rsrs)

Digo culpa inconsciente, pq eu não estou me remoendo por deixar meu filho, sinto falta e tal, mas coloquei na minha cabeça q não estou fazendo nada de errado, apenas me adequando ao mundo moderno de hoje (quem mandou queimar o sutien, rá!). E lá na frente quero ser orgulho do meu filho.

Ele tem ficado super bem com a minha mãe, meu pai e meu irmão e isso me deixa muito, muito tranquila mesmo.

Sobre ficar com os avós.
Minha mãe sempre me disse q não ficaria com meus filhos. Ela queria ser a avó dos mimos, sem a responsabilidade de educar. E por isso eu me programei pra deixar meu filho na creche. Mas qdo ele nasceu a história mudou e foi a minha mãe quem não deixou q ele fosse pra creche. Pelo menos por enquanto.
E ela continua sendo a avó dos mimos. E eu tenho a dura jornada de trabalhar fora e educá-lo, colocando horários, o q pode e o q não pode e tal. É muito mais dificil, já q não estou o tempo todo com ele, mas a responsabilidade é do pai e da mãe e assim tenho cumprido, pelo menos tentado, rs
Tenho evitado ser uma mãe q dá todas as regalias pro filho por sentir culpada. (Tá, com 8 meses num é tão dificil assim, rs)

Sei do papel da creche, principalmente na socialização da criança, mas um bebê de 8 meses tem essa necessidade?? Não sei! Acho q a necessidade maior é a da mãe que precisa trabalhar.
Talvez ano que vem, qdo ele estiver com 2 anos ele vá pra escolinha ficar meio período ou o período inteiro se for preciso, e vou achar natural isso, desde q a escolinha não tenha semana de prova, rsrsrs

Pausa
Pq isso tá ficando comum aqui na minha cidade e acho tão absurdo semana de prova pra uma criança de 2,3,4,5... anos). Não sou pedagoga e nem nada, mas sei lá, num parece pesado???
Despausa

E tb tem as atividades extra-classe, agora fala extracurriculares, né?? (Com ou sem hífen??? rs)
Queria colocar Guilherminho na natação, até pra ajudá-lo a gastar suas energias. Mas ainda dependo da situação do meu trabalho que está indefinida.
E mais pra frente, tô me programando pra que ele faça outros cursos e assim tenha o período do dia ocupado. Mas ainda tá longeeeee, rs

Sei que no final tudo se ajeita e o principal é que eu sou a mãe dele. Não pra dizer q é meu, mas a responsabilidade dele é minha. E eu não vou tirar o prazer dos meus pais e sogros de serem avós ( E eles tem sido excelente avós!).
E eu não descarto q a qqr momento precise recorrer a creche. Mas nesse momento a avó do Guilherminho tá sendo mais minha mãe e me dando bronca por eu pensar em colocá-lo na escolinha.
Pra encerrar, preciso dizer q foi tudo muito em conversado e eu tenho me esforçado pra organizar tudo (preciso melhorar, sempre!) E minha mãe, além de tudo, ainda me ajuda a ser mãe.


Guilherme  tá sendo criado com muito amor e carinho e isso me deixa tranquila pra vir trabalhar.
O importante é isso, estarmos com o coração tranquilo! Isso existe?? hahahaha (brincadeira)

Beijos nossos pra vcs!

4 comentários:

clau disse...

Olá linda,
olha sinceramente eu não gosto muito da ideia de creches, e acho que eles quando forem para a escolinha tem tempo para conviverem com outros meninos, afinal como era no tempo dos nossos avós ou nossos pais, tb iam para creche? Tem mais amor e carinho na familia
bjs clau

Cris Bomfim disse...

Oi Anine,

entre escolher creche e cuidados de familiares (avós, tios, cunhadas e etc) depende muito de cada família e cada possibilidade, mas eu penso que para qualquer bebê de até um ano, um ano e meio o melhor mesmo é ser cuidado por alguém que seja próximo (se isso for possível).

No meu caso, o Rafael foi para o berçário porque eu não tenho nenhum parente próximo que possa cuidar. Se me parte o coração e fico tranquila? Nunca. Se confio no berçário? Sim. Mas não tem um dia que ao deixá-lo eu penso: "poxa ele é só mais um aqui! Deus cuide dele por mim".

Por isso, aproveite a ajuda que está recebendo das avós (e vovôs) também. Guilherminho e Vc só tem a ganhar!

Sobre o mamá, quando o Rafa ainda pegava o peito, coincidência ou não, todas as vezes que eu me ausentava no retorno ele queria ficar "pendurado", acho um misto de saudade e conforto de que é mãe que está com ele mesmo, sei lá, impressão que eu tinha...

Tô chocada com essa história de prova, que é isso? 2,3,4 anos é para brincar e não fazer prova... Deus livre nossos pequenos!

Bjs pros dois.

Renata Coelho disse...

Ixi tem muita gente na blogosfera entrando nessa de deixar os filhos pra ir trabalhar agora, inclusive eu. Estou achando legal ler sobre isso nos blogs das mamães que engravidaram na mesma época que eu, porque os dramas e sentimentos são os mesmos e isso me ajuda sabe. Sempre leio seu blog e agora muito mais intensamente porque quero saber como está indo sua adaptação na volta ao trabalho.
Penso assim como vc, que trabalhar não é errado e que se pudéssemos nos dedicaríamos 100% aos filhos, mas para o bem deles precisamos trabalhar e reforçar a renda familiar para que eles tenham um futuro melhor não é mesmo?
Aqui em casa a situação se complica, a princípio minha mãe ficaria com a Sarah para eu trabalhar, mas acontece que a Sarah é muito agitada, dorme pouco durante o dia e chora se fica cinco minutos parada, então se minha mãe ficar com ela não conseguirá fazer nada das atividades domésticas e eu não quero ser um peso na vida dela, portanto por enquanto quando eu arrumar um novo emprego a Sarah ficará numa escolinha aqui perto de casa, tenho muitos conhecidos por lá, por isso fico mais segura sabendo que ela não será mal tratada.
Não sei como vou reagir ao primeiro dia longe dela e ela ficando na escolinha, pois são mais de oito meses de convivência diária integral, mas é necessário e eu estou extremamente estressada em ser dona de casa exclusivamente, acho que não tenho vocação pra isso kkkkkk!!!

Bjus querida!

sou mãe, e agora??? disse...

Eh, meu Ryan Caio esta só com 2 meses e eu ja estou me adiantando nessa coisa chata de resolver com quem e aonde deixar ele na volta ao trabalho. A verdade é que não queria deixá-lo em uma creche sendo tao novinho (volto daqui a tres meses, ele vai estar com cinco), minha sogra já se ofereceu para tomar conta dele, mas ela nao mora perto vai ser uma luta, mas sei que vai dar tudo certo, o futuro a Deus pertence, estamos todos em boas mãos(nas melhores mãos)...